Cultura nas mídias: rádio e televisão
1-Indústria cultural e cultura popular
A indústria cultural apareceu com os primeiros jornais, mas a cultura de massa, para existir, além deles exigiu a presença, nos jornais, de produtos, que alcançariam a grande maioria da sociedade como o romance de folhetim que propagava em episódios ou capítulos, e para um público extremamente amplo, uma arte fácil e, por conseguinte, de mínima qualidade, que se servia de recursos simplificados para ilustrar a maneira como as pessoas viviam na época.
Contavam-se histórias românticas,com o objetivo de condicionar os consumidores àquele conceito de existência humana: sem conteúdo,focado em emoções efêmeras,na conquista de bens materiais e na reprodução de uma arte despojada de valor,por causa de sua fabricação e divulgação sem a contextualização.
Nos tempos hodiernos,os folhetins são representados pela televisão, os capítulos deixaram a forma impressa e se adaptaram à forma televisiva.
Esse tipo de arte é despojado de qualidade,posto ser uma arte inautêntica,fabricada de acordo com a ideologia e os interesses financeiros dos grandes blocos empresariais. Vendem uma forma de vida fundamentada no consumismo, nas futilidades da moda,como se as pessoas só conseguissem se realizar como pessoa e como profissional se adequando ao estilo de vida divulgado pelos meios de comunicação.
A indústria cultural, por meio da massificação da cultura, comercializa produtos que não são feitos por aqueles que os consomem. Fabrica-se, por exemplo, o artista que pode se tratar de um aspirante à posição de músico. Depois da fabricação deste, por meio dos recursos técnicos e das mais variadas formas de marketing como divulgação em rádio, TV, revista, jornais, outdoor, etc., parte-se para a comercialização de sua obra que podem ser CDs, DVDs, entre outras mercadorias.
José Teixeira Coelho Netto (2003: P. 13), disserta sobre a indústria cultural, caracterizando-a como: “revolução industrial, capitalismo liberal, economia de mercado e sociedade de consumo.” A indústria cultural atua entre a cultura popular e a erudita, promovendo a cultura de massa que é um tipo de cultura que nasce da industrialização da cultura popular (música sertaneja, samba, maracatu, cuscuz, vatapá, bumba-meu-boi, tutu de feijão, reisado, e o folclore em geral.), e da erudita (música clássica, artes plásticas, produções acadêmicas). A cultura de massa é o mais claro reflexo da indústria cultural, pois se trata de uma cultura fabricada, que ao invés de retratar os gêneros culturais a que supostamente se propõe, na verdade, desreferencializa os dois e não comunica nenhum conhecimento útil aos consumidores de suas mercadorias.
2-História da música brasileira
A música brasileira, em decorrência do fato de ter um repertório bastante diversificado, é caracterizada como “fruto” de uma mistura cultural. No início do século XVI quando os portugueses atracaram na Bahia de Vera Cruz – Porto Seguro - encontraram um povo alegre, que cantava e dançava ao som de tamboris, atabaque, palmas, e realizava cerimônias, pontuando de forma ritmada hábitos culturais que lhe eram característicos. Os jesuítas foram enviados da Europa, especificamente de Portugal para o Brasil com a finalidade de catequizar e civilizar os selvagens. Na liturgia da missa católica entoavam-se cânticos. Os quais foram estabelecidos como superiores às músicas e cantorias dos indígenas.
O escritor Armando de Carvalho Barros (1974: p. 993) explica o envolvimento dos índios com os padres jesuítas, inclusive na musicalidade, atentando para a tendência natural dos indígenas para a música e a dança. Durante o período colonial, os negros escravos também exerceram um papel relevante na cultura musical brasileira. Eles eram utilizados como músicos. Com a deculturação dos indígenas e a utilização dos negros na execução da música européia, o Brasil se consolida, predominantemente, como um país de cultura musical diversificada e influenciada profundamente pelos europeus.
3-História do Samba
O samba, cuja origem é atribuída aos africanos advindos da África para o Brasil durante o período colonial, é perpassado pela influência de países europeus, mas, se tornou um estilo emblemático na cultura musical brasileira, e símbolo da identidade nacional, inclusive, com fortes características cariocas, por causa dos aprimoramentos que foram implementados no estilo pelos moradores do Rio de Janeiro, e, muito mais que isso, na verdade o samba é um estilo que precisou ser pontualmente definido e transformado em gênero, o que pode ser atribuído aos cariocas.
Os africanos trouxeram sons musicais, traços gestuais, os povos indígenas também possuíam seus rituais festivos com danças e gestos simbólicos, e os europeus que trouxeram suas tradições permitiam a apresentação das músicas dos primeiros povos citados, desde que sofridas algumas alterações. Tempos depois, os cariocas de todas as misturas já efetuadas no samba deram origem a um estilo genuinamente brasileiro, o samba que, ao ser cantado e tocado nos reporta para a história do Brasil em diferentes momentos desde os seus primórdios.
Dentre as suas características originais, está uma forma onde a dança é acompanhada por pequenas frases melódicas e refrães de criação anônima, alicerces do samba de roda nascido no Recôncavo Baiano, e levado na segunda metade do século XIX, para a cidade do Rio de Janeiro pelos negros que migraram da Bahia e se instalaram na então capital do Império. O samba de roda baiano, que em 2005 se tornou um Patrimônio da Humanidade da UNESCO, foi uma das bases para o samba carioca. Com o tempo foram surgindo músicos muito influentes como Mário Reis que no samba é um criador. Com seu perfil elegante e único, ele obrigou Botafogo, que amava o samba (mas, por questões de conveniência não queria aceitá-lo) a abraçá-lo com todas as forças da alma e, a ele agregar novos valores. Mário Reis transportou o samba para o meio aristocrático. Ele foi o mentor da orquestra típica do samba.
Com o triângulo: Mário Reis, Francisco Alves e Aracy Cortes, três sambistas talentosos e empenhados na valorização da música brasileira, tem-se a formação de uma equipe de ouro da história do samba. Mediante diversos interpretes como: Jonjoca, Castro Barbosa, João Petra de Barros, as músicas dos influentes compositores foram sendo cantadas e aprimoradas.
Dentro do estilo samba existem várias ramificações, as quais foram sendo criadas com o tempo, mediante a evolução do samba e a intensificação das apresentações públicas. Com o surgimento de músicos que se interessaram pela música dos morros, foram sendo promovidas diversas inovações, arranjos, e houve um investimento diversificado em produções artísticas musicais.
O resultado de todas as modulações e arranjos implementados no samba é uma variedade de ramificações dentro de um mesmo estilo como: Samba de enredo (o samba carnavalesco tocado nas apresentações dos desfiles das escolas de samba); Samba-canção; Samba de Partido Alto (um dos subgêneros do samba, mais tradicionais, que surgiu na década de 1930, nos terreiros, (que hoje são chamados de quadras) das escolas de samba; Samba sertanejo; Samba-pagode, entre outros.
4- A Indústria Fonográfica no Brasil
A indústria fonográfica é representada por todos os agentes empenhados na produção de um trabalho artístico. Pode-se observar que a produção material e a produção cultural são dois pólos da indústria fonográfica:
1º) Estúdios: Nos estúdios atuam os produtores da cultura como músicos, compositores, produtores, intérpretes e técnicos do som, nesses ambientes, o som é o principal objeto de trabalho, o produto é a “fita master”, que é composta por todo o conteúdo musical a ser transportado para os discos. Os estúdios ficam nas gravadoras que são empresas, representadas por empresários, que devem obrigatoriamente possuir o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) e a Inscrição Estadual.
2º) Fábricas: Nas fábricas, por outro lado, trabalha-se sobre objetos como o disco de acetato, que é transformado pelos operadores de galvanoplastia em “madre” a partir da qual os próprios fabricantes produzem as diversas “matrizes”.
As matrizes serão submetidas às prensas, onde os prensores trabalham sobre a massa de vinil, produzindo, o disco que é consumido pelo público
5-Aplicabilidade da Teoria Crítica sobre o objeto:
5.1 – Objeto: O Samba: A teoria crítica que é a principal responsável pelo conceito: Indústria Cultural, explica como a sociedade se condicionou a um modelo pré-estabelecido pelas classes dominantes. A teoria surge da necessidade de teóricos como Theodor Adorno, Walter Benjamin, Max Horkheimer, Marshall McLuhan, pontuar as principais conseqüências sofridas pela cultura por causa da reificação promovida pela indústria cultural instrumentalizada pela classe elitista dominante.
O samba que nasceu nos morros do Rio de Janeiro, e foi alvo de muito preconceito nos primórdios de sua história, retrata o Brasil de uma forma simples, original e melodiosa, mas, devido ao fato de ter se originado nos subúrbios, era sinônimo de pobreza e símbolo da malandragem. Mas, com a crescente propagação do samba e com o empenho de músicos como Otília Amorim que foi a precursora do samba no palco e Mário Reis que dentro desse estilo musical é considerado um criador e introdutor do samba no meio aristocrático ocorre a grande divulgação deste estilo musical, fato que pode ser visto sob dois prismas: se por um lado o samba, mediante sua higienização (remoção dos aspectos de pobreza) e aceitação pela classe média, passou a ser intensamente propagado pelos veículos de comunicação, por outro, ele também se tornou mercadoria, passou a ter características de objeto de consumo. Muitos subgêneros foram criados, causando uma banalização do estilo. Samba ao invés de retratar sentimentos, experiências de vida, enfim, a cultura de um país, passou a ser símbolo de mulher com pouca roupa, cerveja, e, pior, um produto a ser consumido pelo público, de uma forma totalmente descontextualizada.
a)Comercialização e banalização da cultura: É exatamente a comercialização e banalização da cultura que os mentores da teoria crítica analisam. O samba, mais precisamente na década de 1920, que foi um momento de inovações de um grupo de compositores dos blocos carnavalescos dos Bairros do Estácio de Sá e Osvaldo Cruz, e dos morros da Mangueira, Salgueiro e São Carlos, adquiriu características modernas, os anos 20 foram anos que podem ser classificados como a época do boom no estilo samba. Daquele momento em diante surgiriam grandes nomes do samba como Ismael Silva, Ari Barroso, Noel Rosa, Zé Kéti, Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Wilson Batista, Martinho da Vila, entre muitos outros artistas; b)Reprodutibilidade técnica das obras de arte: O samba passou a ter contornos elitistas, foi associado a marcas de cerveja pelos meios de comunicação de massa, e foi transformado em produto da indústria fonográfica mediante o rádio, a reprodutibilidade técnica por meio de produtos como CDs e DVDs. Nos dias atuais é exposto também em outras plataformas como mp3, 4..., mídias digitais, rádios online e digitais, entrando no hall de mais uma mercadoria nas prateleiras da cultura de massa, que fora criada pela indústria cultural, a qual é o suporte fundamental da indústria fonográfica.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Pirâmide: Residencial São Cristóvão
Pirâmide: Residencial São Cristóvão: "Residencial São Cristóvão"
Meio ambiente e sustentabilidade
O termo meio ambiente e sustentabilidade remete o leitor ou interlocutor a uma diversidade de discussões, por vezes dialéticas, que tem sido realizadas sobre o assunto.
O foco é prioritariamente direcionado para a necessidade de desenvolvimento sustentável, ou seja, como o país, por intermédio do setor empresarial, pode continuar crescendo de forma amplamente progressiva, não só no âmbito nacional, mas, também global (mediante comercialização de mercadorais, com a exportação e importação de produtos estrangeiros de países tanto do seu próprio continente como de outros continentes como o asiático), e, paralelamente, priorizar políticas públicas voltadas para a preservação de sua biodiversidade que, diga-se de passagem, é a maior do mundo?!.
Acredita-se que só por meio de um desenvolvimento alicercado na responsabilidade social, será garantido o suprimento das carências elementares primordialmente e, depois, também as secundárias, da presente geração, sem todavia, comprometer a manutenção, nada mais justo, das gerações que estão por vir.
Nos notáveis congressos e convenções internacionais, a palavra de ordem é a sustentabilidade.
A diminuição e, subsequente aniquilamento dos gases poluentes como dióxido de carbono, gás metano, mercúrio,substâncias altamente prejudiciais ao meio ambiente, e, inclusive ao homem, que segundo especialistas climáticos(pesquisadores do meio ambiente),tem sido o principal causador de todos os danos pelos quais o Planeta tem passado.
Os empresários das maiores fábricas e empresas nacionais e internacionais, por meio de suas metas e formas de produção, com visão centrada no crescimento econômico, tem possibilitado a degradação ambiental de maneira acelerada e desumana e desinteligente.
Nas últimas duas décadas, porém, falando nacionalmente, o Brasil já demonstrou uma mudança de postura que pode ser considerada como significativa.
A declaração infeliz que fora feita em Estocolmo na Suécia, em 1972, na Convenção para o meio ambiente, de que os países do Sul liderados pelo Brasil estariam dispostos a lutar pelo desenvolvimento a qualquer custo, até mesmo por conta da destruição da natureza e consequentemente de todo o meio ambiente, faz parte de uma mentalidade sombria e pregressa. Talvez seja o caso de podermos afirmar que, de fato, houve, ou está em processo de desencadeamento, uma nova postura nacional com relação ás questões ambientais.
Mediante a união crescente de todos os seguimentos sociais, os três setores: Ongs; Empresas privadas e públicas, em parceria com a sociedade: todos os indivíduos coletiva e individualmente, por intermédio de pequenas ações, porém continuadas, poderá se alcançar um novo modelo de cidadania, talvez uma forma até revolucionária de sociedade, sem querer, é claro, banalizar o termo derivado de revolução, o que muita gente tem feito, até mesmo sem perceber. Quando falo modelo revolucionário, penso na possível forma de vida onde todos progridem, e mesmo assim a preservação do planeta não é comprometida, pelo contrário, é constante assunto para discussão. Seria preciso acabar com a iniquidade social presente preponderantemente, em dois sentimentos, a ambição e o egoismo.
A mudança possivelmente ocorreria por meio da implantação de um novo sistema social respaldado em novas leis, sem anarquia e sem tirania, mas com um direcionamento acentuado para a ressocialização dos humanos, fiscalização, aniquilamento da corrupção e igualdade nas distribuições de oportunidade de crescimento cultural e econômico, mas que todas as ações primem, sobretudo, pelo ideal social do bem comum e permanente.
Acredito que nem sempre se pode pensar a sustentabilidade de forma utópica. Quando todos os agentes sociais atuam de maneira cúmplice, pelos mesmos objetivos relevantes em uma sociedade, muitos sonhos se materializam.
Os cientistas, mediante pesquisas aprofundadas e sérias e com o apóio do governo federal; Os agentes acadêmicos: professores, alunos, diretores, coordenadores, reitores e demais colaboradores; Os ambientalistas, políticos e empresários podem, atrelados a todos os figurantes da sociedade, nas esferas: estadual, municipal e federal, fazer funcionar um modelo de civilização arregimentado por uma metodologia embasada na já citada, mas, não desgastada, teoria da responsabilidade social, com um viés orientado pela ética e humanismo, com sentimento de necessidade de sobrevivência própria e preservação da vida do semelhante.
A ciência, imbuída pela essencialidade da pesquisa, convoca os acadêmicos e profissionais no exercício de suas respectivas funções, nas quais tenham sido habilitados, esses em conexão com os ambientalistas e com os empresários nacionais e mundiais, com a colaboração do legislativo, que das muitas obrigações que possui, uma é estudar projetos em tramitação, para, se possível, aprovar e, nesse começo de milênio, se utilizando das prerrogativas do cargo, atuar em harmonia com os interesses sociais,e, em se tratando do meio ambiente, viabilizar incansavelmente, projetos sociais que primem pela preservação do meio ambiente sem, entretanto, desestabilizar, a corrida pelo progresso econômico.
Mas é importante observar que é fundamental que a corrida não tenha como desfecho um desastre generalizado!!
O foco é prioritariamente direcionado para a necessidade de desenvolvimento sustentável, ou seja, como o país, por intermédio do setor empresarial, pode continuar crescendo de forma amplamente progressiva, não só no âmbito nacional, mas, também global (mediante comercialização de mercadorais, com a exportação e importação de produtos estrangeiros de países tanto do seu próprio continente como de outros continentes como o asiático), e, paralelamente, priorizar políticas públicas voltadas para a preservação de sua biodiversidade que, diga-se de passagem, é a maior do mundo?!.
Acredita-se que só por meio de um desenvolvimento alicercado na responsabilidade social, será garantido o suprimento das carências elementares primordialmente e, depois, também as secundárias, da presente geração, sem todavia, comprometer a manutenção, nada mais justo, das gerações que estão por vir.
Nos notáveis congressos e convenções internacionais, a palavra de ordem é a sustentabilidade.
A diminuição e, subsequente aniquilamento dos gases poluentes como dióxido de carbono, gás metano, mercúrio,substâncias altamente prejudiciais ao meio ambiente, e, inclusive ao homem, que segundo especialistas climáticos(pesquisadores do meio ambiente),tem sido o principal causador de todos os danos pelos quais o Planeta tem passado.
Os empresários das maiores fábricas e empresas nacionais e internacionais, por meio de suas metas e formas de produção, com visão centrada no crescimento econômico, tem possibilitado a degradação ambiental de maneira acelerada e desumana e desinteligente.
Nas últimas duas décadas, porém, falando nacionalmente, o Brasil já demonstrou uma mudança de postura que pode ser considerada como significativa.
A declaração infeliz que fora feita em Estocolmo na Suécia, em 1972, na Convenção para o meio ambiente, de que os países do Sul liderados pelo Brasil estariam dispostos a lutar pelo desenvolvimento a qualquer custo, até mesmo por conta da destruição da natureza e consequentemente de todo o meio ambiente, faz parte de uma mentalidade sombria e pregressa. Talvez seja o caso de podermos afirmar que, de fato, houve, ou está em processo de desencadeamento, uma nova postura nacional com relação ás questões ambientais.
Mediante a união crescente de todos os seguimentos sociais, os três setores: Ongs; Empresas privadas e públicas, em parceria com a sociedade: todos os indivíduos coletiva e individualmente, por intermédio de pequenas ações, porém continuadas, poderá se alcançar um novo modelo de cidadania, talvez uma forma até revolucionária de sociedade, sem querer, é claro, banalizar o termo derivado de revolução, o que muita gente tem feito, até mesmo sem perceber. Quando falo modelo revolucionário, penso na possível forma de vida onde todos progridem, e mesmo assim a preservação do planeta não é comprometida, pelo contrário, é constante assunto para discussão. Seria preciso acabar com a iniquidade social presente preponderantemente, em dois sentimentos, a ambição e o egoismo.
A mudança possivelmente ocorreria por meio da implantação de um novo sistema social respaldado em novas leis, sem anarquia e sem tirania, mas com um direcionamento acentuado para a ressocialização dos humanos, fiscalização, aniquilamento da corrupção e igualdade nas distribuições de oportunidade de crescimento cultural e econômico, mas que todas as ações primem, sobretudo, pelo ideal social do bem comum e permanente.
Acredito que nem sempre se pode pensar a sustentabilidade de forma utópica. Quando todos os agentes sociais atuam de maneira cúmplice, pelos mesmos objetivos relevantes em uma sociedade, muitos sonhos se materializam.
Os cientistas, mediante pesquisas aprofundadas e sérias e com o apóio do governo federal; Os agentes acadêmicos: professores, alunos, diretores, coordenadores, reitores e demais colaboradores; Os ambientalistas, políticos e empresários podem, atrelados a todos os figurantes da sociedade, nas esferas: estadual, municipal e federal, fazer funcionar um modelo de civilização arregimentado por uma metodologia embasada na já citada, mas, não desgastada, teoria da responsabilidade social, com um viés orientado pela ética e humanismo, com sentimento de necessidade de sobrevivência própria e preservação da vida do semelhante.
A ciência, imbuída pela essencialidade da pesquisa, convoca os acadêmicos e profissionais no exercício de suas respectivas funções, nas quais tenham sido habilitados, esses em conexão com os ambientalistas e com os empresários nacionais e mundiais, com a colaboração do legislativo, que das muitas obrigações que possui, uma é estudar projetos em tramitação, para, se possível, aprovar e, nesse começo de milênio, se utilizando das prerrogativas do cargo, atuar em harmonia com os interesses sociais,e, em se tratando do meio ambiente, viabilizar incansavelmente, projetos sociais que primem pela preservação do meio ambiente sem, entretanto, desestabilizar, a corrida pelo progresso econômico.
Mas é importante observar que é fundamental que a corrida não tenha como desfecho um desastre generalizado!!
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Reflexões
Os axiomas da história humana são utilizados na verdade, como modeladores da personalidade "anômala" dos próprios seres. Penso que o Planeta habitável não seria o mesmo sem as estratégias criacionistas, não necessariamente fundamentalistas, de aperfeiçoamento das raças, e, da raça humana.
Acredito nas transformações de que são capazes os humanos de viver, e com isso conquistar um padrão nobre de pessoalidade.
Confesso que já cogitei a divinização humana, no sentido genuino do termo, sem tentativa de usurpação. Com legitimidade, sem crença infundada, sem ingenuidade ou obscuridade. Muito pelo contrário, mediante uma plena elevação, por meio da pureza forjada na permanente busca de um espírito nobre.
O tempo que se diz século XXI é um momento emblemático para o Planeta dos humanos, e, provavelmente, para toda a existência universal.
As nações se reúnem para discussões.
Nos fóruns mundiais questiona-se a sobrevivência do espaço no qual vivem todos os seres, e de todos os demais espaços conectados a ele.
Os homens pretendem lutar por sua permanência na Terra!!
A inquietação humana se perpassa na esfera meramente egoística!
Pensam, acima de tudo, ou única e exclusivamente, na própria sobrevivência e enriquecimento, a qualquer custo.
A suposta preocupação com o meio ambiente e o dito envolvimento com as questões ambientais nas reuniões e seminários nacionais, estaduais e mundiais, surgem, de fato, a partir da visível possibilidade de interferência de uma nação sobre as outras. Inclusive, sabe-se, que a finalidade seria, primordialmente, para a promoção da exploração de riquezas em prejuízo aos nativos.
A preocupação com o meio ambiente também começa a ter bastante visibilidade diante da premente possibilidade de destruição ou estagnação das empresas e fábricas, as quais são usadas como fonte de enriquecimento pelos grandes executivos, mas, dependem, em seu volumoso percentual de insumos advindos, diretamente da natureza.
Partindo-se desse ponto crucial entre progresso e meio ambiente, cria-se o conceito bastante conhecido: Desenvolvimento Sustentável.
Pelo que se pode perceber, mediante breve análise, a perspectiva dos promotores e divulgadores do conceito, que são os agentes sociais: cientistas, ambientalistas, políticos e empresários, é empreender recursos, tanto financeiros como conhecimentos teóricos e aplicação de informações, em prol do desenvolvimento das atividades geradoras de lucro e crescimento em todo o âmbito econômico, e, ao mesmo tempo adaptar as empresas e reeducar empresários e sociedade para a adoção de novas atitudes com foco no progresso responsável.
Penso que, se a constatação à qual cheguei no final da análise for o objetivo principal dos agentes sociais, os humanos realmente avançaram para um perfil de humanidade revestido e enraizado na sublimidade existencial!!
Acredito nas transformações de que são capazes os humanos de viver, e com isso conquistar um padrão nobre de pessoalidade.
Confesso que já cogitei a divinização humana, no sentido genuino do termo, sem tentativa de usurpação. Com legitimidade, sem crença infundada, sem ingenuidade ou obscuridade. Muito pelo contrário, mediante uma plena elevação, por meio da pureza forjada na permanente busca de um espírito nobre.
O tempo que se diz século XXI é um momento emblemático para o Planeta dos humanos, e, provavelmente, para toda a existência universal.
As nações se reúnem para discussões.
Nos fóruns mundiais questiona-se a sobrevivência do espaço no qual vivem todos os seres, e de todos os demais espaços conectados a ele.
Os homens pretendem lutar por sua permanência na Terra!!
A inquietação humana se perpassa na esfera meramente egoística!
Pensam, acima de tudo, ou única e exclusivamente, na própria sobrevivência e enriquecimento, a qualquer custo.
A suposta preocupação com o meio ambiente e o dito envolvimento com as questões ambientais nas reuniões e seminários nacionais, estaduais e mundiais, surgem, de fato, a partir da visível possibilidade de interferência de uma nação sobre as outras. Inclusive, sabe-se, que a finalidade seria, primordialmente, para a promoção da exploração de riquezas em prejuízo aos nativos.
A preocupação com o meio ambiente também começa a ter bastante visibilidade diante da premente possibilidade de destruição ou estagnação das empresas e fábricas, as quais são usadas como fonte de enriquecimento pelos grandes executivos, mas, dependem, em seu volumoso percentual de insumos advindos, diretamente da natureza.
Partindo-se desse ponto crucial entre progresso e meio ambiente, cria-se o conceito bastante conhecido: Desenvolvimento Sustentável.
Pelo que se pode perceber, mediante breve análise, a perspectiva dos promotores e divulgadores do conceito, que são os agentes sociais: cientistas, ambientalistas, políticos e empresários, é empreender recursos, tanto financeiros como conhecimentos teóricos e aplicação de informações, em prol do desenvolvimento das atividades geradoras de lucro e crescimento em todo o âmbito econômico, e, ao mesmo tempo adaptar as empresas e reeducar empresários e sociedade para a adoção de novas atitudes com foco no progresso responsável.
Penso que, se a constatação à qual cheguei no final da análise for o objetivo principal dos agentes sociais, os humanos realmente avançaram para um perfil de humanidade revestido e enraizado na sublimidade existencial!!
domingo, 4 de abril de 2010
Ciência e Tecnologia no Brasil
Quando as embarcações portuguesas atracaram no Brasil, em 1500, especificamente, em Porto Seguro na Bahia, eles ficaram '' abismados ", com o novo mundo que contemplavam, ou melhor , que acabavam de "descobrir". Usufruiram o máximo que puderam, de todas as riquezas da " nova Terra descoberta ". Dizimaram os índios, abusaram das índias, escravizaram e aviltaram, os nativos. Que, concerteza, eram os primeiros descobridores da Terra, que hoje se chama Brasil.
Mas, o pior que poderia acontecer a Terra " descoberta " pelos portugueses, seria o estabelecimento de uma colonização exploratória, que mostrava explicitamente, a falta de interesse dos colonizadores pelo povoamento e desenvolvimento da Terra.
Outros colonizadores vieram, depois para o Brasil, como os ingleses, holandeses, entre outros grupos de atrozes advindos de outras nações.
Todavia, aconteceu no Brasil uma sequência de erros e impunidades, do decorrer, dos anos, décadas e séculos.
Índios sem Território, exploração das riquezas naturais, por meio do desmatamento continuado e exportação da fauna e flora brasileiras.
Não houve nenhum investimento direcionado para o desenvolvimento de pesquisas em Ciência e Tecnologia no Brasil, inicialmente.
O investimento era pontual, de acordo com as necessidades específicas, a depender de algum tipo de doença, cuja causa não soubessem.
Sem investimento em pesquisas, o país fica dependente de pesquisadores e cientistas de outras nações, o que, sai caro para o país contratante.
Sem investimento em pesquisas, gasta-se muito com remédios para a cura de diversas pessoas que já foram contaminadas pelo vírus.
E, sem o comprometimento dos que presidem o país com a causa da Ciência e Tecnologia, não há enriquecimento.
Para que haja crescimento e desenvolvimento é essencial, que haja o investimento na formação de cientistas, pesquisas com vista a novas descobertas, inclusive, para doenças, até então incuráveis.
Depois de muitas décadas o Brasil, ressurgiu, do ponto de vista a Ciência, com um novo olhar dos governos sobre o tema.
O despertar aconteceu tardiamente, mas, aconteceu. Isso significa dizer, que existe uma esperança de maior projessão para o país. Ele já poderia estar bem a frente , por causa de todas as suas riquezas naturais, dimensão geográfica, enfim, todo o potencial existente para o desenvolvimento como nação, e como civilização.
O Brasil passou a ser um país emergente de alguns anos para cá. Mas, precisa-se de mais investimento na formação de novos cientistas, mais verbas destinadas a novas pesquisas, com a necessária fiscalização, inclusive, com relação ao emprego do conhecimento adquirido pelo brasileiro, aqui no Brasil, o país que investiu na formação ( graduação, especialização,mestrado, doutorado).
(A nação precisa se redimir das injustiças que foram cometidas contra os povos indígenas, pelos estrangeiros, e, pelos brasileiros.
O sangue dos indígenas clama até hoje.)
Com o investimento em Ciência e Tecnologia, proteção sem estratégia de marketing, e sem mero assistencialismo, nos povos indígenas, banimento da corrupção, pode-se vislumbrar um período novo, na nação.
Que todas as autoridades competentes, órgãos públicos e privados, possam pensar de forma séria e comprometida a necessidade de Investimento nas pesquisas. Um investimento expressivo, essencialmente, por parte dos cofres públicos.
Ciência e Tecnologia é a garantia de um futuro promissor para o Território Nacional. Por intermédio das pesquisas, encontra-se resposta para os mais diversos problemas nacionais e mundiais:Seca, aquecimento global,doenças incuráveis, pobreza, entre outras mazelas.
Que se faça ouvir a voz de um povo que residia na Terra, e muito bem! Mas, que ao perceber a chegada de outros povos, viu que tudo mudou, não só sua vida, mas, a vida de toda a terra.
Destruiram o " Paraíso '', dos nativos. Agora a voz dos nativos clama pela restauração de sua Terra. Por meio de todos os investimentos que se fizerem necessários, entre eles, não pode-se ignorar em hipótese nenhuma: Ciência e Tecnologia.
Mas, o pior que poderia acontecer a Terra " descoberta " pelos portugueses, seria o estabelecimento de uma colonização exploratória, que mostrava explicitamente, a falta de interesse dos colonizadores pelo povoamento e desenvolvimento da Terra.
Outros colonizadores vieram, depois para o Brasil, como os ingleses, holandeses, entre outros grupos de atrozes advindos de outras nações.
Todavia, aconteceu no Brasil uma sequência de erros e impunidades, do decorrer, dos anos, décadas e séculos.
Índios sem Território, exploração das riquezas naturais, por meio do desmatamento continuado e exportação da fauna e flora brasileiras.
Não houve nenhum investimento direcionado para o desenvolvimento de pesquisas em Ciência e Tecnologia no Brasil, inicialmente.
O investimento era pontual, de acordo com as necessidades específicas, a depender de algum tipo de doença, cuja causa não soubessem.
Sem investimento em pesquisas, o país fica dependente de pesquisadores e cientistas de outras nações, o que, sai caro para o país contratante.
Sem investimento em pesquisas, gasta-se muito com remédios para a cura de diversas pessoas que já foram contaminadas pelo vírus.
E, sem o comprometimento dos que presidem o país com a causa da Ciência e Tecnologia, não há enriquecimento.
Para que haja crescimento e desenvolvimento é essencial, que haja o investimento na formação de cientistas, pesquisas com vista a novas descobertas, inclusive, para doenças, até então incuráveis.
Depois de muitas décadas o Brasil, ressurgiu, do ponto de vista a Ciência, com um novo olhar dos governos sobre o tema.
O despertar aconteceu tardiamente, mas, aconteceu. Isso significa dizer, que existe uma esperança de maior projessão para o país. Ele já poderia estar bem a frente , por causa de todas as suas riquezas naturais, dimensão geográfica, enfim, todo o potencial existente para o desenvolvimento como nação, e como civilização.
O Brasil passou a ser um país emergente de alguns anos para cá. Mas, precisa-se de mais investimento na formação de novos cientistas, mais verbas destinadas a novas pesquisas, com a necessária fiscalização, inclusive, com relação ao emprego do conhecimento adquirido pelo brasileiro, aqui no Brasil, o país que investiu na formação ( graduação, especialização,mestrado, doutorado).
(A nação precisa se redimir das injustiças que foram cometidas contra os povos indígenas, pelos estrangeiros, e, pelos brasileiros.
O sangue dos indígenas clama até hoje.)
Com o investimento em Ciência e Tecnologia, proteção sem estratégia de marketing, e sem mero assistencialismo, nos povos indígenas, banimento da corrupção, pode-se vislumbrar um período novo, na nação.
Que todas as autoridades competentes, órgãos públicos e privados, possam pensar de forma séria e comprometida a necessidade de Investimento nas pesquisas. Um investimento expressivo, essencialmente, por parte dos cofres públicos.
Ciência e Tecnologia é a garantia de um futuro promissor para o Território Nacional. Por intermédio das pesquisas, encontra-se resposta para os mais diversos problemas nacionais e mundiais:Seca, aquecimento global,doenças incuráveis, pobreza, entre outras mazelas.
Que se faça ouvir a voz de um povo que residia na Terra, e muito bem! Mas, que ao perceber a chegada de outros povos, viu que tudo mudou, não só sua vida, mas, a vida de toda a terra.
Destruiram o " Paraíso '', dos nativos. Agora a voz dos nativos clama pela restauração de sua Terra. Por meio de todos os investimentos que se fizerem necessários, entre eles, não pode-se ignorar em hipótese nenhuma: Ciência e Tecnologia.
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